Mundo Árabe


El Salamo Aleikom  

اهلا وسهلا بيك




       muitas pessoas sempre perguntam porque o povo árabe sempre vive em conflitos?
porque este ódio entre religiões?
então aqui é minha resposta, como vocês podem ver neste foto, tem Israelita, Líbano, Marroquino, Egípcio
tem judeu, católico, muçulmano todos juntos em um abraço de amizade, isso prova que o que acontece no oriente médio não vem do povo porque todo que o povo quer é ter paz entre nacionalidade e Religião.
onde é a culpa? como dizem o Homem que faz a guerra mas, na mão do homem também a paz.
abraços a todos
neste foto.. Akram, Edson Rafic, Isa, Mamo Marroquinho e Khaled Emam
Khaled Emam    



Karkadeh- Chá Egípcio


OKarkadeh الكركادية é o mais tradicional chá egípcio, preparado com a flor de hibíscus.Pode parecer brincadeira, mas sob aquele calor intenso praticamente o ano inteiro, os egípcios tomam chá, principalmente chá preto, hortelã, alcaçuz e claro, karkadeh. É comum ver vendedores ambulantes pelas ruas do Cairo vendendo em tinas de vidro, os chás em copos de vidro. A aparência para um ocidental não é nada saudável pois a higiene é sempre duvidosa quando não inexistente.

Um detalhe interessante sobre o karkadeh é que ele é um chá que inicia uma negociação na hora da barganha. Quando não se chega a um consenso sobre o preço de uma mercadoria, pede-se "at karkadeh" (traga karkadeh); é sinal que o papo vai longe e que a negociação vai sair. Egípcios adoram barganha. Eles crescem com isso desde a tenra idade. Algo que pedem 100, pode chegar a 10 ou 15 se tiver a paciência de tomar muito karkadeh.


Servido quente ou frio é extremamente saboroso. Tem gosto herbáceo. É exótico. Azedinho no começo e doce no final. Alguns egípcios exageram na quantidade de karkadeh na hora de seu preparo e o chá fica parecendo uma tinta vermelha, de tão forte.

Pode ser servido quente ou frio. Ambos são ótimos. Experimente quando puder.

O chá de flor de hibíscus é utilizado como base para diversos chás de frutas vermelhas: morango, framboesa, cereja, amoras. Ele ajuda a conferir sabor e a cor original da fruta. Acaba sendo misturado com a polpa destas frutas e torna-se uma mistura.

Shisha - Arguile
A Shisha, também conhecido como Narguilé é um cachimbo de água.

Além desse nome, de origem árabe, também é chamado de hookah (na Índia e outros países que falam inglês), shisha ou goza (nos países do norte da África), narguilê, narguila, nakla etc. Há diferenças regionais no formato e no funcionamento, mas o princípio comum é o fato de a fumaça passar pela água antes de chegar ao fumante. É tradicionalmente utilizado em muitos países do mundo, em especial no Norte da África, Oriente Médio e Sul da Ásia.


Há um fumo especial para narguilés, usualmente feito com tabaco, melaço (um subproduto do açúcar) e frutas ou aromatizantes. Os aromas são bastante variados; encontra-se de frutas (como pêssego, maçã verde, coco), flores, mel, e até mesmo Coca-Cola. Embora também seja possível encontrar fumos não-aromatizados, estes progressivamente perderam espaço para os aromatizados, que hoje são muito mais populares.

Quando se aspira o ar pelo tubo, reduz-se a pressão no interior da base; isso faz com que ar aquecido pelo carvão passe pelo tabaco, produzindo a fumaça. Ela desce pelo corpo até a base, onde é resfriada e filtrada pela água, que retém partículas sólidas. A fumaça segue pelo tubo até ser aspirada pelo usuário. O mais usual é que a fumaça não seja tragada.

O Narguilé tem como origem o Oriente. Uma das versões é a de que o narguilé teria sido inventado na Índia do século XVII, pelo médico Hakim Abul Fath, como um método para retirar as impurezas da fumaça. Quando chegou à China, passou a ser utilizado para fumar o ópio, e assim permaneceu até a revolução comunista, no fim da década de 40. Na mão dos árabes, o cachimbo de água foi rapidamente incorporado para ser apreciado em grupo, acompanhado de café e prosa. Existem evidências históricas de narguilés na Pérsia (atual Irã) e na Mesopotâmia. As peças mais primitivas eram feitas com madeira e um coco que fazia o lugar do corpo (o nome origina-se do persanārgil, que significa "coco"). Com o desenvolvimento das civilizações e as expansões territoriais (principalmente dos países europeus), o narguilé, já similar ao que conhecemos hoje (com base de cerâmica ou porcelana e corpo de metal), começou a ser divulgado, e trazido junto com especiarias como cravo e canela.


As cruzadas também auxiliaram a espalhar o narguilé pelo mundo, quando os guerreiros sobreviventes traziam-no para seus países. No Brasil, o narguilé foi trazido por alguns imigrantes europeus, e divulgado pelas colônias turca, libanesa e judaica.


O uso do narguilé envolve riscos à saúde, como acontece com todos os produtos derivados de tabaco. Há controvérsia, no entanto, se esses riscos são maiores ou menores que aqueles associados aos cigarros.


A Organização Mundial de Saúde afirma que a fumaça do narguilé contém inúmeras toxinas que podem causar câncer do pulmão, doenças cardíacas e outras.

Cairo


Cairo é a capital e maior cidade do Egito. É chamada de al-Qahira em árabe. Situada nas margens do Rio Nilo, tem cerca de 15.9 milhões de habitantes. Foi fundada em 969 para servir de capital do Egito árabe. Foi conquistada em 1517 pelos turcos. Entre 1798 e 1801 foi ocupada pelos franceses. É a sede da Liga Árabe. Uma cidade que é um museu aberto composto por uma mistura de antigo e moderno, que convivem nos seus bairros, ruas, ruelas e becos. O Cairo religioso, cheio de vida e de contrastes, cidade cosmopolita em culturas e gentes que revela diferentes civilizações.

Monumentos FaraônicosMênfis, é a mais antiga capital do Egito datando de 3200 a.C.. Situa-se a 25 kms a sudoeste do Cairo e as suas maravilhas arquitetônicas e culturais são encabeçadas pelo Colosso de Ramsés II com 13 metros de comprimento e um peso de 120 toneladas, assim como a esfinge em alabastro datada da IXX dinastia.
Sakkara, a mais antiga necrópole do Egito faraônico, situa-se numa plataforma do deserto a sudoeste de Gizeh.

A Pirâmide Escalonada, pertence ao faraó Zozer, da III dinastia, está dividida em seis grandes níveis de 60 m de altura total.
A Pirâmide de Unas, pertencente ao último faraó da V dinastia, deve a sua importância aos hieróglifos que cobrem as paredes da câmara funerária.
O Serapeum, uma construção muito semelhante a catacumbas, contém os túmulos do deus em forma de boi Apis e remonta à XVIII dinastia. A descoberta do lugar foi feita em 1851 pelo arqueólogo frances Mariette.
As Mastabas, túmulos de nobres das V e VI dinastias, as suas paredes são testemunhos fiéis que revelam através dos hieróglifos as atividades da vida quotidiana, assim como cenas religiosas e de oferendas aos deuses, sendo as mais interessantes os túmulos de Ptah-hotep e Kagemni e o de Mira Ruca.


As Pirâmides de Gizeh, pertencentes aos faraós Kufru (considerada uma das sete maravilhas do mundo), Kefren e Mikerinos,nas proximidades do Cairo, elevando-se majestosas e desafiando o passar dos séculos, datam do Império Antigo, concretamente da IV dinastia.
A esfinge de Gizeh, localiza-se junto do templo do Vale; possui cabeça humana (do Rei Kefren) e corpo de leão. Tem 70 metros de comprimento e 20 metros de altura. No interior deste monumento parecem estar guardados mistérios e segredos não revelados até aos nossos dias.

Al Eslam - O Islamismo 
O islã, islão, islame ou islamismo é uma religião monoteísta que surgiu na Península Arábica no século VII, baseada nos ensinamentos religiosos do profeta Muhammad (Maomé) e numa escritura sagrada, o Alcorão.




Cerca de duzentos anos após o seu nascimento na Arábia, o islã já se tinha difundido em todo o Médio Oriente, no Norte da África e na Península Ibérica, bem como na direção da antiga Pérsia e Índia. Mais tarde, o islã atingiu a Anatólia, os Balcãs e a África subsariana. Recentes movimentos migratórios de populações muçulmanas no sentido da Europa e do continente americano levaram ao aparecimento de comunidades muçulmanas nestes territórios.


A mensagem do islã caracteriza-se pela sua simplicidade: para atingir a salvação basta acreditar num único Deus, rezar cinco vezes por dia, submeter-se ao jejum anual no mês do Ramadã, pagar dádivas rituais e efetuar, se possível, uma peregrinação à cidade de Meca.


O islã é visto pelos seus aderentes como um modo de vida que inclui instruções que se relacionam com todos os aspectos da atividade humana, sejam eles políticos, sociais, financeiros, legais, militares ou inter-pessoais.

A distinção ocidental entre o espiritual e temporal é, em teoria, alheia ao islã.

Os 5 pilares do Islã

Os cinco pilares do islã são cinco deveres básicos de cada muçulmano:

A recitação e aceitação do credo
Orar cinco vezes ao longo do dia
Pagar dádivas rituais 
Observar o jejum no Ramadã
Fazer a peregrinação a Meca


O Jejum do Ramadã - Sawm Ramadan

Durante o Ramadã (o nono mês do calendário islâmico) cada muçulmano adulto deve abster-se de alimento, de bebida, de fumar e de ter relações sexuais desde o nascer até ao pôr-do-sol.


Os doentes, os idosos, os viajantes, as grávidas ou as mulheres lactantes estão dispensados do jejum. Em compensação estas pessoas devem alimentar um pobre por cada dia que faltaram ao jejum ou então realizá-lo em outra oportunidade do ano.

O jejum é interpretado como uma forma de purificação, de aprendizagem do auto-controle e de desenvolvimento da empatia por aqueles que passam fome ou outras necessidades. O mês de Ramadã termina com o festival de Eid ul-Fitr, durante o qual os muçulmanos agradecem a Deus a força que lhes foi concedida para levar a cabo o jejum. As casas são decoradas e é hábito visitar os familiares. Este festival serve também para o perdão e a reconciliação entre pessoas desavindas.

ALCORÃO 


O Alcorão ou Corão é o livro sagrado do Islã. Os muçulmanos acreditam que o Alcorão é a palavra literal de Deus (Alá) revelada ao profeta Muhammad (Maomé) ao longo de um período de 22 anos. A palavra Alcorão deriva do verbo árabe que significa ler ou recitar; Alcorão é portanto uma "recitação" ou algo que deve ser recitado.


Os muçulmanos podem se referir ao Alcorão usando um título que denota respeito, como

Os ensinamentos de Allah (a palavra árabe para Deus) estão contidos no Alcorão. Os muçulmanos acreditam que Muhammad recebeu estes ensinamentos de Allah por intermédio do anjo Gabriel


através de revelações que ocorreram entre 610 e 632. Muhammad recitou estas revelações aos seus companheiros, muitos dos quais se diz terem memorizado e escrito no material que tinham à disposição (omoplatas de camelo, folhas de palmeira, pedras...).

As revelações a Muhammad foram mais tarde reunidas em forma de livro. Considera-se que a estruturação do Alcorão como livro ocorreu entre 650 e 656 durante o califado de Otman.


O Alcorão está estruturado em 114 capítulos chamados suras. Cada sura está por sua vez subdividida em versículos chamados Os capítulos possuem tamanho desigual (o menor possui apenas 3 versículos e os mais longo 286 versículos) e a sua disposição não reflete a ordem da revelação. Considera-se que 92 capítulos foram revelados em Meca e 22 em Medina. As suras são identificadas por um nome, que é em geral uma palavra distintiva surgida no começo do capítulo (A Vaca, A Abelha, O Figo...).

Uma vez que os muçulmanos acreditam que Muhammad foi o último de uma longa linha de profetas, eles tomam a sua mensagem como um depósito sagrado, e tomam muito cuidado assegurando que a mensagem tenha sido recolhida e transmitida de uma maneira a não trair esse legado. Esta é a principal razão pela qual as traduções do Alcorão para as línguas vernáculas são desencorajadas, preferindo-se ler e recitar o Alcorão em árabe. Muitos

muçulmanos memorizam uma porção do Alcorão na sua língua original; aqueles que memorizaram o Alcorão por inteiro são conhecidos como (literalmente "guardião").

A mensagem principal do Alcorão é a da existência de um único Deus, que deve ser adorado. Contém também exortações éticas e morais, histórias relacionadas com os profetas anteriores a Muhammad (que foram rejeitados pelos povos aos quais foram enviados), avisos sobre a chegada do Dia do Juízo Final, bem como regras relacionadas com aspectos da vida diária como o casamento e o divórcio.


Além do Alcorão, as crenças e práticas do islã baseiam-se na literatura Hadith, que para os muçulmanos clarifica e explica os ensinamentos do profeta.



RAMADAN

O Sagrado Mês do Ramadan no islamismo

O mês sagrado do Ramadan é recebido com grande fervor religioso no mundo islâmico. As tradições culturais e religiosas durante o Ramadan tem se mantido inalteradas, ligando os muçulmanos de hoje a seus ancestrais.

As datas do Ramadan, o nono mês de Hijra, varia de acordo com o calendário lunar, caindo aproximadamente 11 dias antes do ano novo. O primeiro sinal de lua crescente anuncia o início do jejum.

Quando o profeta Mohamed deixou Meca para Medina, ele jejuou por três dias. Após esse período, recebeu uma revelação vinda de Deus, e estabeleceu-a obrigação de jejuar por certo número de dias, e então, determinou-se o mês do Ramadan.


O jejum requer total abstinência de comida, bebida e fumo e relações sexuais, e este é um dos cinco pilares do Islã. Todo muçulmano deve jejuar desde a aurora até a por do sol. Há exceções para alguns casos como, pessoas doentes, mulheres grávidas, aqueles que estão em viagens extenuantes e mulher que está amamentando. Essas pessoas deverão jejuar este número de dias, assim que estiverem aptas para tal, fora da data correta. Os recém-nascidos e as crianças abaixo da idade da puberdade são dispensadas, mas mesmo assim, muitas famílias encorajam suas crianças de 7 ou 8 anos a jejuar por algumas horas no dia para treiná-los a ter disciplina.


O Ramadan não é apenas um mês de “abstinência moral”. Carrega também a virtude de criar novos laços para compreensão entre as classes de pessoas. O jejum praticado pelos ricos e pobres, igualmente, faz com que os afortunados se conscientizem do sofrimento da falta de alimentos pela qual os pobres passam. Jejuando caridade, paciência e compaixão.




Islamismo enfatiza igualdade, pobres e ricos, homens e mulheres são iguais aos olhos de Deus. Deus escolheu o mês do Ramadan para dar aos muçulmanos a chance de obter perdão por seus pecados. O profeta Mohammed disse: “Aquele que jejuar durante o mês do Ramadan com fé sincera e esperando a retribuição de Deus, terá seus pecados perdoados”


O décimo dia do Ramadan comemora a morte da primeira esposa do profeta Khadyah, o décimo sétimo dia marca a vitória decisiva dos muçulmanos sobre os infiéis em “Badr” (AD 424) e o décimo nono dia é o dia da Conquista de Meca, pelo profeta Mohammed.

Em um dos últimos dias do Ramadan é Lailat al Qadr, a “Noite do Poder”. Neste momento as preces dos muçulmanos serão ouvidas e respondidas . Esta noite é abençoada pois os anjos descem à Terra. De acordo com a tradição, o profeta costumava passar os últimos dez dias do mês na Mesquita de Medina. O Alcorão “a última revelação de Deus” foi recitado nessa noite.


Durante esse período (mês do Ramadan) a parte das preces obrigatórias os muçulmanos são encorajados a fazer preces voluntárias, recitar e estudar todo o Alcorão, fazer caridade e se possível seguir o exemplo do profeta e se retirar para uma mesquita durante os últimos dez dias do mês.

Cada noite durante o Ramadan, cerimônias especiais de rezas são realizadas em cada mesquita local, nas quais uma trigésima parte do Alcorão é lida, completando o livro em sua totalidade no final do Ramadan. Pessoas se mantém acordadas durante a noite toda para as preces especialmente as preces Mulheres vão as mesquitas para as rezas noturnas, e há também palestras religiosas nas mesquitas ao cair da tarde.

Ao anoitecer o profeta Mohammed (Que a paz esteja com ele) quebrava o jejum com tâmaras e água. O jejum pode ser quebrado com todas as comidas desde que não sejam proibidas pela lei islâmica. Um lanche com tâmaras, iogurte e sopa é usualmente consumido. A seguir vem a prece do por do sol que é feita antes da próxima refeição. Esta é uma refeição completa com sopa, prato principal tashiriba – contendo frango, pão e vegetais, bebidas como água, iogurte e suco de damasco.
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AS TÂMARAS DE MARIAM MÃE DE JESUS

É relatado no Alcorão sobre o parto de Mariam:

"E quando concebeu, retirou-se, com um rebento a um lugar afastado. As dores do parto a constrangeram a refugiar-se junto a uma tamareira. Disse: 'Oxalá eu tivesse morrido antes disto, ficando completamente esquecida.' Porém, chamou-a uma voz, junto a ela: 'Não te atormentes, porque teu Senhor fez correr um riacho a teus pés! E sacode o tronco da tamareira, de onde cairão sobre ti tâmaras madura e frescas.'" (Alcorão 19: 22-25)

Há diversos nomes específicos para tâmaras na língua árabe e cada nome diz respeito ao tipo e estágio em que ela se encontra. A tâmara mencionada nesta passagem do Alcorão é a "rutba (رطب)". Esta espécie representa o terceiro de quatro estágios reconhecidos do amadurecimento da tâmara em que a ponta se torna macia e perde a cor brilhante da etapa anterior.

Ela é reconhecida cientificamente como medicamento. Contém muito dos açúcares facilmente digeridos e absorvidos que dão ao corpo humano energia para suportar o calor e movimentar-se. Mais importante ainda, estes açúcares são do tipo frutose e não do tipo glicose, que rapidamente aumentam os níveis de açúcar no sangue. Tâmaras fornecem energia, ajudam os tecidos musculares e células nervosas a se desenvolvem, e são especialmente benéficas para as pessoas enfraquecidas pela doença ou aqueles que sofrem de exaustão, por causa de seu alto valor calórico. Cerca 100 gramas contém 1,5 g de proteína e 50 gramas de carboidratos. O seu valor calórico é de 225 kcal e é rica em ferro, ácido fólico, cálcio, fosforo além de muitos outros minerais e vitaminas.

Outro fato interessante, é que este tipo de tâmaras só podem ser colhidas nesta altura do ano no Oriente Médio, entre a primavera e o verão, comprovando o que os grandes eruditos, cientistas e historiadores já sabem: nosso amado profeta Jesus não nasceu no frio de dezembro.

Estes dados revelam um pouco da sabedoria inerente ao conselho de Deus para Mariam.
Texto: Samira Maluf
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